" Atitudes. Atitudes que entristecem, atitudes que magoam. Atitudes estúpidas.
Queres amar? Ama. Queres gozar? Goza. Queres ser isto ou aquilo? Sê. Queres fazer uma coisa? Faz.
Deixar coisas a meio é estúpido, estar no quase não é nada.
Dizer que já não temos chances quando ainda não tentantos, quando nem sequer começamos.
Reflecte no que fazes, no que dizes. Actua.
O primeiro passo para conseguirmos o que queremos na vida é decidirmos o que queremos."
segunda-feira, 27 de junho de 2011
O dom feminino
"As mulheres aprendem a observar nos outros aquilo a que mais tarde chamam intuição. É uma qualidade quase exclusiva do foro feminino e é por isso que os homens que também a possuem chegam mais longe. A essa capacidade de antecipar a realidade, de ler no olhar uma subtileza, de interpretar a vontade e o medo nas batidas de um coração, os homens chamam-lhe instinto, as mulheres, intuição.
É a intuição que diz a uma mulher que está a gerar uma criança mesmo antes de fazer o teste da gravidez, que indica os caminhos do coração quando a dúvida se instala, que lhe diz quando deve lutar por um homem ou desistir dele. É uma espécie de mapa interior, de guia invisível, de alarme adiantado à inevitabilidade da vida. A estes sinais, dados pelo acaso, por um centésimo de segundo de silêncio ou na troca furtiva de um olhar, é preciso interpretar o que sente e a partir daí perceber o que pode acontecer.
Nunca acreditei em bruxas nem adivinhos, prefiro lê-los nas histórias do que vê-los ao vivo a deitar cartas ou a atirar búzios ao ar, até porque acredito que o futuro é bom exactamente pelo desconhecido que guarda, mas já acertei demasiadas vezes nas previsões que fiz para poder desconsiderar a minha intuição.
O lado mau da involuntária omnisciência é conseguir cada vez menos que a vida me surpreenda, o que faz com que assista, quase de braços cruzados, a mudanças que não quero e nem sempre consigo aceitar. O lado bom é a antecipação de uma nova realidade e o tempo de preparação para enfrentar a tempestade que se avizinha, como fazem os habitantes das cidades por onde passam os furacões, trancando com tábuas a casa e o coração e esperando que passe depressa e provocando os mínimos danos possíveis.
Vejo a intuição como um atributo da alma, um dom guardado entre o coração e a cabeça, para lá da inteligência e da razão. Uma espécie de voz acima da realidade, como um balão a gás quente que consegue ver mais longe do que o olhar alcança, um código de barras que se descodifica a ele próprio, um telescópio da anatomia dos sentimentos, porque tem muito mais a ver com o que se sente do que com o que se pensa, com o que se imagina do que com o que se vê, com o que se teme do que com o que se deseja, sentindo como certo aquilo que o entendimento ainda não captou.
E é por isso que, quando o alarme começa a tocar, primeiro baixinho em tom de aviso, e depois, cada vez mais alto até me ensurdecer com a evidência que se aproxima, respiro fundo para ganhar forças e lembro-me que o futuro não é mais do que a projecção das sombras do meu passado, um lugar cómodo para arrumar os sonhos, no qual a imprevisibilidade e o mistério reinam e onde, talvez e apenas aí, a intuição descanse da sua sabedoria. Prefiro ter o dom da intuição a esperar placidamente pelo desconhecido, mesmo quando o desconhecido me traz todos os sonhos numa bandeja. "
É a intuição que diz a uma mulher que está a gerar uma criança mesmo antes de fazer o teste da gravidez, que indica os caminhos do coração quando a dúvida se instala, que lhe diz quando deve lutar por um homem ou desistir dele. É uma espécie de mapa interior, de guia invisível, de alarme adiantado à inevitabilidade da vida. A estes sinais, dados pelo acaso, por um centésimo de segundo de silêncio ou na troca furtiva de um olhar, é preciso interpretar o que sente e a partir daí perceber o que pode acontecer.
Nunca acreditei em bruxas nem adivinhos, prefiro lê-los nas histórias do que vê-los ao vivo a deitar cartas ou a atirar búzios ao ar, até porque acredito que o futuro é bom exactamente pelo desconhecido que guarda, mas já acertei demasiadas vezes nas previsões que fiz para poder desconsiderar a minha intuição.
O lado mau da involuntária omnisciência é conseguir cada vez menos que a vida me surpreenda, o que faz com que assista, quase de braços cruzados, a mudanças que não quero e nem sempre consigo aceitar. O lado bom é a antecipação de uma nova realidade e o tempo de preparação para enfrentar a tempestade que se avizinha, como fazem os habitantes das cidades por onde passam os furacões, trancando com tábuas a casa e o coração e esperando que passe depressa e provocando os mínimos danos possíveis.
Vejo a intuição como um atributo da alma, um dom guardado entre o coração e a cabeça, para lá da inteligência e da razão. Uma espécie de voz acima da realidade, como um balão a gás quente que consegue ver mais longe do que o olhar alcança, um código de barras que se descodifica a ele próprio, um telescópio da anatomia dos sentimentos, porque tem muito mais a ver com o que se sente do que com o que se pensa, com o que se imagina do que com o que se vê, com o que se teme do que com o que se deseja, sentindo como certo aquilo que o entendimento ainda não captou.
E é por isso que, quando o alarme começa a tocar, primeiro baixinho em tom de aviso, e depois, cada vez mais alto até me ensurdecer com a evidência que se aproxima, respiro fundo para ganhar forças e lembro-me que o futuro não é mais do que a projecção das sombras do meu passado, um lugar cómodo para arrumar os sonhos, no qual a imprevisibilidade e o mistério reinam e onde, talvez e apenas aí, a intuição descanse da sua sabedoria. Prefiro ter o dom da intuição a esperar placidamente pelo desconhecido, mesmo quando o desconhecido me traz todos os sonhos numa bandeja. "
Margarida Rebelo Pinto
domingo, 24 de abril de 2011
Devaneios
Se erraste, pede desculpa...
É difícil perdoar?
Mas quem disse que é fácil arrepender-se?
Se sentes algo diz o que sentes...
É difícil abrir-se?
Mas quem disse que é fácil encontrar alguém que queira escutar?
Se alguém reclama de ti, ouve...
É difícil ouvir certas coisas?
Mas quem disse que é fácil ouvir-te?
Se alguém te ama, ama-a...
É difícil entregar-se?
Mas quem disse que é fácil ser feliz?
Nem tudo é fácil...
Mas, com certeza, nada é impossível.
É difícil perdoar?
Mas quem disse que é fácil arrepender-se?
Se sentes algo diz o que sentes...
É difícil abrir-se?
Mas quem disse que é fácil encontrar alguém que queira escutar?
Se alguém reclama de ti, ouve...
É difícil ouvir certas coisas?
Mas quem disse que é fácil ouvir-te?
Se alguém te ama, ama-a...
É difícil entregar-se?
Mas quem disse que é fácil ser feliz?
Nem tudo é fácil...
Mas, com certeza, nada é impossível.
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Changes
A mudança na nossa vida é inevitável.Ninguém discutiria a respeito de algo tão óbvio. Contudo, quase sempre ficamos surpreendidos quando ela ocorre. Uma realidade a explodir como um canhão, despedaçando o nosso mundo cuidadosamente ordenado em micro segundos. Sem dúvida, resistir à mudança é muito humano mas quase nunca possível.
Travam-se verdadeiras guerras em todas as áreas da vida humana quando as crenças do passado são desafiadas por mudanças no presente.
Para aqueles que temem a mudança, a evolução é inimiga, mas para aqueles que respondem conscientemente ao ritmo constante da evolução, é a essência da vida convocando-nos a tornar-nos em tudo aquilo que podemos ser.
A evolução desperta, encoraja e arremessa-nos para a mudança.
Mudança é um desafio que alivia, frustra, ameaça, entristece... Mas acima de tudo, que nos obriga a crescer. É desafiar as ilusões a respeito de nós mesmos e dos outros.
Quando aceitamos a mudança, ela catalisa a nossa vida. Amplia o nosso conhecimento e faz com que a nossa perspectiva passe do medo à afirmação. Isto porque vida significa mudança.
(Baseado no livro "As sete etapas de uma transformação Consciente", de Glória D. Karpinski)
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Happiness, sweet happiness
« Temos de perceber o significado da felicidade antes de sermos felizes. Tal como numa viagem, não chegaremos ao fim se não soubermos para onde vamos. A felicidade, embora mal interpretada pela maioria das pessoas, não é algo que seja difícil incluir na nossa vida. Uma vez que tenhamos compreendido o que ela é, seremos capazes de melhorar todos os aspectos da nossa vida. »
In Uma Viagem Espiritual
quinta-feira, 29 de julho de 2010
quarta-feira, 14 de julho de 2010
quinta-feira, 8 de julho de 2010
Socialismo
" É impossível levar o pobre à prosperidade através de legislações que punem os ricos pela prosperidade. Por cada pessoa que recebe sem trabalhar, outra pessoa deve trabalhar sem receber. O governo não pode dar a alguém aquilo que não tira de outro alguém. Quando metade da população entende a ideia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação.
É impossível multiplicar riqueza dividindo-a. "
Adrian Rogers, 1931
É impossível multiplicar riqueza dividindo-a. "
Adrian Rogers, 1931
quinta-feira, 3 de junho de 2010
sexta-feira, 21 de maio de 2010
Fear, sweet fear
"O medo, essa força misteriosa que nos rouba a alegria e o sonho, devia vir no dicionário como antónimo de vontade. O medo é como um terreno minado; nunca o atravessamos mesmo que do outro lado estejam todos os nossos desejos."
Margarida Rebelo Pinto - Diário da tua ausência
Margarida Rebelo Pinto - Diário da tua ausência
quarta-feira, 12 de maio de 2010
Have You Ever Really Loved A Woman?
When you love a woman
You tell her that she's really wanted
When you love a woman
You tell her that she's the one
'Cause she needs somebody to tell her
That it's gonna last forever
So tell me, have you ever really
Really, really ever loved a woman?
http://www.youtube.com/watch?v=hq2KgzKETBw
You tell her that she's really wanted
When you love a woman
You tell her that she's the one
'Cause she needs somebody to tell her
That it's gonna last forever
So tell me, have you ever really
Really, really ever loved a woman?
http://www.youtube.com/watch?v=hq2KgzKETBw
segunda-feira, 5 de abril de 2010
sexta-feira, 2 de abril de 2010
sexta-feira, 12 de março de 2010
domingo, 7 de março de 2010
Nothing

Procuro alguma razão no meio de tudo isto e sem encontrar resposta, estabeleço regras a mim mesma, forço esforços, dou o braço a torcer... Para quê? Para quem?
Depois de tudo isto, a única coisa que recebo são coisas más e desmotivação. Tento, sem conseguir, lutar contra a causa maior da infelicidade, mas nem sei qual é ela na verdade..
Discuto com estes e aqueles, cometo erros inaceitáveis, os mesmos cometem comigo e vai girando assim a minha vida, que na verdade já não gira, limita-se a abanar.
Sorrio aqui e ali, sem sentido algum. Os olhos não sorriem mais, estão mais verdes que castanhos, mais molhados que secos.. tristes e insatisfeitos.
Reclamo comigo mesma, farta de ser fraca. Em momentos mais calmos vejo que até tenho sido muito forte, mas concluo sempre que não tenho sido é nada.
Depois de tudo isto, a única coisa que recebo são coisas más e desmotivação. Tento, sem conseguir, lutar contra a causa maior da infelicidade, mas nem sei qual é ela na verdade..
Discuto com estes e aqueles, cometo erros inaceitáveis, os mesmos cometem comigo e vai girando assim a minha vida, que na verdade já não gira, limita-se a abanar.
Sorrio aqui e ali, sem sentido algum. Os olhos não sorriem mais, estão mais verdes que castanhos, mais molhados que secos.. tristes e insatisfeitos.
Reclamo comigo mesma, farta de ser fraca. Em momentos mais calmos vejo que até tenho sido muito forte, mas concluo sempre que não tenho sido é nada.
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
Nova Distracção
Apesar de não ser um instrumento extremamente fácil de se tocar, serve para distrair. Já andava com esta ideia há relativamente bastante tempo, e foi de vez. Já há alguns progressos, já há algumas "músicas", é só continuar a aprender e esperar que se faça ouvir alguma coisa agradável. Por enquanto, serve para relaxar.
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
What the fuck?
"Somos tão fúteis que nos importamos mesmo com a opinião daqueles que não nos importam."
( Marie von Ebner-Eschenbach )
( Marie von Ebner-Eschenbach )
Assinar:
Postagens (Atom)
